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COMO A ÁGUA CHEGA ATÉ A SUA TORNEIRA?

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  COMO A ÁGUA CHEGA ATÉ A SUA TORNEIRA? Entenda o Caminho Completo Blog Jorcy Aguiar — Saneamento Básico, Água e Esgoto Você já parou pra pensar no caminho que a água percorre antes de sair da sua torneira? Entre o rio (ou poço) e o copo d'água na sua mesa, existe uma cadeia de engenharia sanitária que a maioria das pessoas nunca vê — e que só é lembrada quando falta água. Vamos destrinchar cada etapa desse processo, de forma simples. Figura 1 — O caminho da água, da captação até a torneira (7 etapas). 1. Captação: de onde vem a água? Tudo começa na captação, o ponto onde a água bruta (ainda sem tratamento) é retirada da natureza. No Brasil, as duas fontes mais comuns são: •     Manancial superficial: rios, córregos ou represas. É retirada por meio de uma tomada d'água, geralmente protegida por grades que impedem a entrada de galhos, peixes e sedimentos maiores. •     Manancial subterrâneo: poços artesianos ou semi-artesianos, que bombeia...

O paradoxo do desabastecimento em Várzea Grande: controle da distribuição e hidrometração

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  O PARADOXO DO DESABASTECIMENTO EM VÁRZEA GRANDE E A EFICIÊNCIA OPERACIONAL ATRAVÉS DO CONTROLE DA DISTRIBUIÇÃO E DA HIDROMETRAÇÃO ANÁLISE: No campo da engenharia sanitária, a equação do abastecimento público de água é regida pela relação direta entre a capacidade nominal de produção e a eficiência física e comercial da rede de distribuição. Em Várzea Grande, o cenário de intermitência no fornecimento frequentemente levantaou discussões sobre a necessidade de expansão do sistema produtor, e assim foi feito com sucessivas implantações de novas ETAs. Todavia, a modelagem matemática e o balanço hídrico das plantas operacionais revelam que a matriz do problema não reside no déficit de captação ou tratamento, mas sim na premente necessidade de INVESTIMENTOS EM MACRO/MICROMEDIÇÃO E NO CONTROLE OPERACIONAL DA DISTRIBUIÇÃO.

O ponto cego do saneamento: por que operamos ETAs e ETEs sem medir a vazão?

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  O PONTO CEGO DO SANEAMENTO: POR QUE OPERAMOS ETAS E ETES SEM MEDIR A VAZÃO?

Mistura rápida: o segundo inicial que define a qualidade da água na ETA

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  MISTURA RÁPIDA: O SEGUNDO INICIAL QUE DEFINE A QUALIDADE DA ÁGUA NA ETA

Vantagens da tomada d'água direta nas captações de água bruta em rios

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  VANTAGENS DA SELEÇÃO DA TOMADA D'ÁGUA DIRETA NAS CAPTAÇÕES DE ÁGUA BRUTA EM RIOS

O preço da chuva na bacia da Prainha: por que o Araés paga por esgoto que não é tratado?

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  O PREÇO DA CHUVA NA BACIA DA PRAINHA

COBRANÇA DO SERVIÇO DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO (PARTE 3)

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  COBRANÇA DO SERVIÇO DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO (PARTE 3)

COBRANÇA DO SERVIÇO DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO (PARTE 2)

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  COBRANÇA DO SERVIÇO DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO (PARTE 2)  Decifrando a Cobrança: