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RASCUNHO DE BRASIL: COMO ERA O PAÍS EM 1.808

RASCUNHO DE BRASIL: COMO ERA O PAÍS EM 1808 Até 1808, os brasileiros comiam com as mãos.............. Por Reinaldo José Lopes: Fonte: Editora Abril Tigres e bandoleiros Os que estudam a situação brasileira em 1808 são quase unânimes: chamar a América portuguesa de “Brasil” seria quase força de expressão. A unidade estava longe de ser clara. “Os habitantes do Brasil se auto-identificavam como portugueses, sentimento que convivia com identidades particularistas, como ‘ser das minas’ ou ‘ser bahiense’”. Estima-se que o Brasil da época tivesse 3 milhões de habitantes – incluindo 1 milhão de escravos e 800 mil índios. Cerca de 60 mil pessoas viviam no Rio de Janeiro, contra 46 mil em Salvador e 20 mil em São Paulo. Embora os paulistas já tivessem parado de falar tupi – que, durante séculos, chegou a ser mais usado que o português em São Paulo –, eles ainda tinham muito de índio, dormindo em redes, vestindo imensos ponchos que hoje nos lembrariam os gaúchos e usando, para cortar a carne no a...
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  O SANEAMENTO X CONHECIMENTO X TREINAMENTOS Aprovação do Marco Legal do Saneamento pelo Congresso Nacional A história do saneamento básico no brasil, inicia um novo ciclo, com a aprovação do novo marco legal do saneamento que imprime novas regras no relacionamento com os prestadores de serviços, com a população, e com os órgãos de fiscalização, e governo federal, são novos tempos que se anunciam. No começo os escravos, coletavam as fezes das casas e carregavam até o Rio ou Mar, onde eram lançados. Eram denominados de Tigres ( https://www.jorcyaguiar.com/search?q=tigres ). O abastecimento de água só era possível por meio de gravidade. Tivemos a oportunidade de estarmos presente neste histórico a quase meio século, faltam apenas quatro aninhos. Tudo começou na estatal do saneamento mato-grossense, quando iniciamos a trabalhar com a multiplicação do conhecimento operacional nos serviços de abastecimento de água, pois naquela época pouco ou quase nada se falava em esgotamento sani...

HOUVE UM TEMPO

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  Os Tigres – Escravos que coletavam as fezes nas residências e lançavam nos Rios e Córregos Houve um tempo em que por falta de Saneamento Básico no Brasil, provocou muitas vítimas de doenças de origem hídrica. Naquele tempo as soluções eram individuais, e cada cidadão buscava uma solução para prover-se de água para consumo, e afastamento das fezes e águas residuárias. Houve neste tempo, muito desconhecimento da transmissibilidade das doenças, e assim os poços caseiros eram construídos, muito próximos das fossas, multiplicando assim as doenças pela ingestão de água contaminada. Houve um tempo em que o Governo Federal, entendeu que era sua responsabilidade, cuidar da saúde dos brasileiros e criou um plano nacional de saneamento, e neste tempo todos os Vereadores e Prefeitos, buscavam mecanismos para empurrar o problema para as companhias estaduais recém criadas (Sanemat, Sabesp, Copasa, Embasa, Cosanpa.....) Houve neste tempo, grandes investimentos em obras estruturantes, ...

DRENAGEM URBANA E ESGOTO SANITÁRIO

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DRENAGEM URBANA E ESGOTO SANITÁRIO Para o leigo tanto faz se o “cano” que passa em frente a sua calçada, se foi projetado para receber o esgoto doméstico, ou águas de chuva, o seu objetivo é descartar todo resíduo liquido da sua planta imobiliária; e aí começa um grande problema para o operador do sistema, e para os moradores que estão localizados a jusante, pois quando se liga o esgoto na tubulação destinada a águas pluviais, o cheiro que se forma obriga os moradores a bloquearem as “bocas de lobos”, e forçar o escoamento das águas de chuva apenas pela superfície das ruas e calçadas. Quando ao contrário se liga as tubulações de águas pluviais e limpezas de calçadas   e quintais dos imóveis, na rede de esgoto, provoca-se um acréscimo de volume incompatível com o sistema de tratamento projetado, prejudicando o tratamento, criando um ambiente impróprio para o crescimento bacteriano. A situação é muito complicada e deve ser motivo de fiscalização rigorosa por parte dos operadores ...