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A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL NO LIXO: ÁGUA DE GRAÇA PARA TODOS

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A cidade de LAGO AZUL no Estado do Pará tem um sistema de abastecimento de água com preponderância de utilização de manancial superficial, requerendo, portanto o uso de Estações de Tratamento Convencional, que é um dos mais caros processos de produção de água tratada. Neste processo são utilizados PRODUTOS QUIMICOS, ENERGIA ELÉTRICA, PESSOAL ESPECIALIZADO, EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS, E LABORATÓRIO DE CONTROLE DE QUALIDADE, o que conduz a um elevado custo operacional, que é pago pelo poder público, tendo em vista que os moradores são isentos de pagamentos de conta de água. O Motivo: Cultural e Politico Todos os Prefeitos são eleitos e se mantém no poder com a promessa de não cobrança da água tratada distribuído pelo serviço publico municipal. A cidade de ENCONTRO DE RIOS, e de NASCENTE no Estado de Mato Grosso, recebeu a missão de operar o sistema de forma municipalizada no ano de 2.000 quando da municipalização, e extinção da estatal SANEMAT; naquela época...

SANEAMENTO NOVOS INVESTIMENTOS

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Setor mais atrasado da infraestrutura brasileira, o saneamento básico entrou no radar de investidores bilionários espalhados pelo mundo . Desde que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) iniciou a contratação de estudos para desenhar um programa de concessão para 18 Estados, grandes empresas como:  a gestora canadense Brookfield, o fundo de private equity Vinci Partners,  a empresa brasileira Aegea, as japonesas Itochu e Mitsui e a sul-coreana GS Corporation começaram a se estruturar para disputar os ativos estatais. As concessões ou Parcerias Público-Privadas (PPPs) podem movimentar entre R$ 20 bilhões e R$ 35 bilhões , de acordo com um relatório feito pelo BTG Pactual. Porém, os aportes vão depender especialmente da modelagem econômico-financeira em andamento e da situação macroeconômica do País. Dez Estados já tiveram os estudos técnicos contratados: Alagoas, Amapá, Maranhão, Pará, Pernambuco, Sergipe, ...
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FILTRO RUSSO http://revistadae.com.br/artigos/artigo_edicao_87_n_510.pdf

DRENAGEM URBANA – Parte 2

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DRENAGEM URBANA - Parte 2    Nosso relato tem início no remoto ano de 1962, quando foi eleito prefeito de Rondonópolis o Engenheiro Sátiro Pohol Moreira de Castilho (in memoriam), tendo administrado a cidade até 1966.  Neste período com uma visão técnica, Sátiro investiu exclusivamente em infraestrutura de DRENAGEM, e consequentemente FOI CONDENADO NAS URNAS no pleito seguinte, porque não atendeu os anseios da população que exigia ASFALTO nas ruas da cidade, cujo mérito ficou para o seu sucessor que encontrou a infraestrutura pronta.  E hodiernamente, assim continua…pois qualquer Prefeito que fizer uma pesquisa em sua Cidade, vai receber como resposta prioritária da população o desejo de ter a sua rua ASFALTADA. A dona de casa, que faz faxina diária, em uma rua empoeirada, esquece da saúde, segurança, escola, transporte, e só lhe vem à mente o ASFALTO.  E não temos mais executivos com perfil do Engenheiro Sátiro, e a pavimentação ...