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CLORAÇÃO

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CLORAÇÃO A etapa que consolida o tratamento de água para consumo humano, assim como o lançamento final no corpo receptor é sem dúvida a cloração. O poder bactericida do cloro é amplamente conhecido, e seu uso deve ser ininterrupto, em qualquer das fases citadas, podendo ser aplicado nas formas de liquido ou gás; sendo que em ambos os casos a sua aplicação tanto em abastecimento público como em piscinas, deve ser seguida de um criterioso controle de dosagens. O cloro é apresentado em diversas concentrações, porém a sua composição e origem mais comum é a da decomposição do sal (NaCl) O cloro é encontrado na natureza combinado com outros elementos, principalmente na forma de cloreto de sódio, NaCl , e também em outros minerais como a silvina, KCl, ou na carnallita, KMgCl3•6H2O. É o halogênio mais abundante na água do mar com uma concentração de aproximadamente 18000 ppm. Na crosta terrestre está presente em menor quantidade, uns 130 ppm. É praticamente impossível encontra-lo sem estar co...

MEDIDOR DE VAZÃO ELETROMAGNÉTICO PARA LIQUIDOS

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MEDIDOR DE VAZÃO ELETROMAGNÉTICO PARA LIQUIDOS Vazão e controle de líquidos Um dos grandes desafios de quem opera um sistema de abastecimento de água, é saber o quanto de liquido flui em uma tubulação, e aí impera o achismo quando não se tem um medidor confiável. Durante muitos anos se projetou sem que houvesse uma visão operacional, e hoje quase 100% dos sistemas não tem dispositivo de medição de vazão; conclusão opera-se no escuro. É importante ressaltar que para canais imperou e impera a calha Parshall, hoje dotada de ultrasom que possibilita o registro de todos os eventos do sistema, como falha no equipamento, quebra de adutora, falta de energia etc. porém quando o assunto era tubulação sob pressão, apena uma equipe com equipamentos especiais poderia saber a vazão instantânea ou registrada na tubulação, o método é conhecido como Pitometria, por utilizar o Tubo Pitot. Os equipamentos de medição permanente eram muito caro, e de difícil instalação tendo em vista que havia necessid...

MEDIDOR ULTRA SONICO US 11 – PARA CALHAS, VERTEDOUROS E CANAIS

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                                                          Medidor Ultra Som US 11 – Montado em Calha Parshall Princípio de medição A distância entre o transdutor e a superfície monitorada (lâmina de água no canal, ou do tanque, por exemplo) é diretamente proporcional ao tempo transcorrido entre a emissão e recepção do pulso de ultrassom pelo transdutor. Sabendo-se que a velocidade de propagação do som no ar é de 344 m/s a 20ºC, o cálculo é baseado na seguinte equação: Distância= (Velocidade do Som x Tempo) / 2 Uma vez que o tempo inclui o retorno do pulso de ultrassom refletido ao transdutor, a unidade controladora considera somente a metade desse valor para que o cálculo de distância seja corre...

PROCESSOS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES

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PROCESSOS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES Assim como a água, os efluentes gerados no dia-a-dia ganham destaque devido à crescente consciência ambiental de todos nós. Os processos de tratamento de efluente visam à remoção de poluentes da água, possibilitando assim que haja a preservação da fauna e da flora. Além do apelo ecológico, o alto custo para obtenção da água tratada, tem sido fator decisivo para que os efluentes sejam tratados visando o reuso da água. Para isso são empregadas muitas técnicas, sendo as principais físico-químicas e biológicas . Processo de tratamento físico-químico Tratamento que emprega o uso de produtos químicos, para correção de pH (potencial hidrogênio-iônico), aceleração do processo de precipitação, coagulação e sedimentação de sólidos dissolvidos ou suspensos em meio aquoso. Este tipo de processo é recomendável quando a quantidade de matéria orgânica contida no efluente é muito baixa, inviabilizando o uso de tratamento biológico. Tratamentos físico-químicos s...

WETLAND CONSTRUIDA

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PÓS TRATAMENTO DE ESGOTO EM REATORES ANAERÓBICOS Apesar do empate no quesito eficiência de remoção de Coliformes e DBO, entre os principais sistemas de tratamento de efluentes domésticos, qual seja: lagoas, Lodos ativados e Reatores UASB, ainda observamos entre alguns projetistas, uma elevada preferência pelo sistema de lagoas, talvez pela cultura, talvez pela falta de observação dos sistemas implantados. O certo é que o sistema de lagoas na comparação sugerida tem os seguintes desempenhos; SISTEMAS DE TRATAMENTO Apesar da necessidade de pós tratamento, o UASB é de longe o sistema menos impactante na região, além de poder ser incluído no elemento paisagístico, e ter médio custo de construção. Dentre os sistemas de pós tratamento, o filtro biológico é o que melhor associa-se ao processo, elevando assim a remoção de Coliformes e DBO, para valores próximos de 100%, Para o reuso do efluente onde há disponibilidade de área, o processo de remoção em Wetland, apresenta-se como uma a...

TRATAMENTO DE ÁGUA - OSMOSE REVERSA

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TRATAMENTO DE ÁGUA - OSMOSE REVERSA Qualquer processo de tratamento de água, tem como objetivo a separação de um solvente de um soluto. Um processo de separação é um processo que permite separar componentes de uma mistura, tanto em pequena escala, como nos laboratórios, quanto em grande, como nas estações de tratamento, e diversas outras. Existem diversos processos, destinados a fins diferentes sendo que dentre os processos de separação de um soluto destacam-se: • Destilação • Decantação • Evaporação • Filtração • Flotação • Processos de separação por membranas Vamos nos concentrar no processo de separação por membranas , também denominada osmose inversa, onde as membranas retêm partículas cujo diâmetro varia entre 1 e 10 Å, sendo 1 angstrom = 1.0 × 10-10 metros As partículas retidas são solutos de baixa massa molecular como sais ou moléculas orgânicas simples, e sendo a água um solvente inorgânico, polar, chamado frequentemente de "solvente universal" tem fa...

APROVEITAMENTO DE ÁGUA DE CHUVA

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APROVEITAMENTO DE ÁGUA DE CHUVA A captação de água da chuva é uma prática muito difundida em países como a Austrália e a Alemanha, onde novos sistemas vêm sendo desenvolvidos, permitindo a captação de água de boa qualidade de maneira simples e bastante efetiva em termos de custo-benefício. A utilização de água de chuva traz várias vantagens: • Redução do consumo de água da rede pública e do custo de fornecimento da mesma, • Evita a utilização de água potável onde esta não é necessária, como por exemplo, na descarga de vasos sanitários, irrigação de jardins, lavagem de pisos, etc.; • Os investimentos de tempo, atenção e dinheiro são mínimos para adotar a captação de água pluvial na grande maioria dos telhados, e o retorno do investimento é sempre positivo; • Faz sentido ecológica e financeiramente não desperdiçar um recurso natural escasso em toda a cidade, e disponível em abundância no nosso telhado; • Ajuda a conter as enchentes, represando parte da água que teria de ser dr...

PER CAPTA - CONTINUAÇÃO

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As perdas de água em um sistema de abastecimento ocorrem de forma continua e podem ser classificadas de diversas formas, entendo como sendo a mais letal a inconsciente, e ocorre nas ligações desprovidas de medidores; nestas ligações o cidadão ignora “um pequeno vazamento” na torneira, no vaso sanitário, e o ladrão da caixa d´agua está constantemente jogando água fora.  A idéia é que isto significa muito pouco e não irá fazer diferença no abastecimento. E para ilustrar o que representa um “inocente” vazamento, improvisamos um recipiente e o calibramos com o volume de 1(um) litro, e medimos o tempo gasto para encher este volume com uma mangueira que drenava água proveniente do resfriamento de uma gaxeta de bomba de eixo horizontal . Resultado: Volume Utilizado: 1,0 litro Tempo médio para enchimento: 7 segundos Vazão: Volume/tempo = 1/7 = 0,14 litros / segundo ou 514 l/hora ou 12.342 l/dia ou 37.000 l/mês... Ou seja, um volume suficiente para abastecer 16 residências medi...

PER CAPTA - A CONTA QUE NÃO “FECHA”

PER CAPTA - A CONTA QUE NÃO “FECHA” Quantidade de água necessária, para o abastecimento público, com um serviço adequado, ou seja, com quantidade suficiente, qualidade, continuidade com fornecimento de água 24h, universalidade etc. Fase 1 – Na mesa do Projetista A escolha do manancial que irá servir de fonte de abastecimento de uma cidade está condicionada à sua capacidade ou não de atender às necessidades da comunidade, no que diz respeito ao consumo atual requerido, bem como a previsão do aumento do consumo da comunidade no futuro, em função do seu próprio crescimento. Todo e qualquer sistema é projetado para servir uma comunidade, por um certo espaço de tempo, denominado de período do projeto, e para fazer o cálculo do consumo provável, é necessário conhecer: • População a ser servida; • Consumo "per capita", ou seja, a quantidade média diária gasta por cada um dos consumidores. • Variação horária e variação diária do consumo. Nos projetos, costuma-se fazer uma esti...

PERDAS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA

PERDAS X EMPRESAS DE SANEAMENTO Empresas Públicas Na década de 70/80 as Empresas de Saneamento viviam o boom dos investimentos em infraestrutura, de um lado o BNH como agente financeiro, e do outro as Empresas assumindo as concessões dos municípios como condição de investimentos. Nos estados eram visíveis os canteiros de obras, financiados com uma regra simples: 1. A Empresa Projetava; Licitava e Fiscalizava em parceria com o Agente Financeiro. 2. As Empresas Consultoras, Construtoras e ou Montadoras executavam os serviços e recebiam diretamente do agente Financeiro, e 3. Em contrapartida a Empresa de Saneamento recebia uma comissão de 10% a titulo de taxa de administração, de todo montante investido. Resultado desta Política: No instante inicial, na fase de investimentos fartos, as Empresas iniciaram uma maléfica cultura, onde era muito fácil aos gestores administrarem uma Empresa com recursos externos e não aqueles por ela gerados; assim não tinham nenhuma importância se a eva...

REDE DE DISTRIBUIÇÃO POR QUADRAS

REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA POR QUADRAS Trabalho técnico apresentado no 11º Congresso Brasileiro da ABES em Fortaleza CE Set 1.981 Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de documentar as observações do cotidiano da "operação" de Um Sistema de Abastecimento de Água, bem como o seu confronto com o que é teoricamente projetado para ocorrer na prática, no que concerne às redes de distribuição. Considerando o custo e a importância das redes e das ligações domiciliares, bem como a quantidade destas instalações, esta componente do sistema limita-se as fases de projeto, implantação e eventual manutenção quando ocorre arrebentamento; e em se mantendo estas condições, o Autor estabelece critérios para que não haja distanciamento entre a Teoria & a Prática, e recomenda novas metodologias de cálculos para barateamento das obras, a partir do efetivo controle das ligações e sugere novos materiais. Inclui ainda um software desenvolvido com o aplicativo Excel, que permite a autom...