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TELEMETRIA PARTE 2

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TELEMETRIA – Parte 2 - Vazão Operar um sistema de Abastecimento de Água ou de Esgotamento Sanitário implica em conhecer todas as variáveis do processo, com destaque para: Vazão Captada: Qual o volume de Água bruta está sendo retirado do manancial? Vazão de água distribuída: Qual o volume está sendo disponibilizado para o consumo? Vazão de Água Faturada: Qual o volume está sendo cobrado dos clientes? Regra geral os projetos não contemplam estes aspectos operacionais, em decorrência da ausência de informações, e ou por necessidade de redução de custos na implantação do empreendimento, além da não exigência, pelos órgãos financiadores, e ou operadores. A conseqüência é uma operação no “escuro”, é como ter uma fábrica de Cerveja e refrigerante e não saber qual o volume de produção, de distribuição e venda, caminho fatal para a falência. Em sistema de abastecimento de água e esgotamento sanitário, conhecer as variáveis relativas a volume tornou-se bastante simples e barata com o desenvol...

TELEMETRIA

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TELEMETRIA – Parte 1 O Inicio A telemetria geralmente refere-se à comunicações sem fio, sendo realizada através de aparelhos que permitem a coleta de dados em locais diversos, transmitindo-os para outro local. Assim quando Touro Sentado, o Cacique dos índios Sioux, queria avisar os seus amigos cheyenne , da presença do Sétimo Regimento de Cavalaria Americana, que estava sob as ordens do general Custer , utilizava-se de uma tecnologia denominada Fumaça Fragmentada, permitindo assim codificar um aviso entre dois locais remotos. Touro Sentado chegou a ser famoso por conduzir três mil e quinhentos índios sioux e cheyenne contra o Sétimo Regimento de Cavalaria Americana, e, na batalha de Little Bighorn em 25 de junho de 1876 , derrotou o exército federal. A comunicação sem fio já estava presente, ajudando o homem em suas conquistas, e garantindo produtividade em suas ações. A Evolução da Telemetria no Saneamento Operar um sistema de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário, sem os ...

GOLPE DE ARIETE – Parte 3

GOLPE DE ARIETE – Parte 3 Parte 3 – Evitando os efeitos do “Golpe de Ariete” Lembra-se de como é possível realizar a pancada? (Veja Golpe de Ariete Parte 1), “Pois Intão”, tudo começa com o liquido continuando com o seu movimento mesmo após a parada da bomba, e ao percorrer uma longa distancia volta como um ariete e choca-se contra uma válvula assentada após a bomba, gerando um verdadeiro tsunami, com elevada pressão e uma velocidade da onda que atinge toda tubulação numa onda de pressão. Se é só isto, vamos consultar o “arquiteto do castelo”, e buscar uma solução, que tem que se concentrar no objetivo de evitar o retorno da massa liquida, e nesta condição a primeira solução é a instalação do VOLANTE DE INÉRCIA. VOLANTE DE INÉRCIA, é um grande disco que instalado entre a bomba e o motor tem a função de manter a bomba operando por um tempo igual ao tempo de parada, e assim garante que o tubo continue sendo preenchido pelo liquido bombeado mesmo com a ausência de energia. Isto ocorre po...

GOLPE DE ARIETE PARTE 2

CALCULANDO O VALOR DA PANCADA Personagens: São responsáveis pela intensidade do Golpe de Ariete, ou pela pancada causada pelo retorno da coluna liquida os seguintes elementos: 1. A Velocidade a. Quando o liquido é impulsionado na tubulação, este está dotado de uma energia cinética, que depende de como foi projetado a instalação. Em nosso exemplo vamos admitir que a tubulação seja em ferro Fundido de 300 mm de diâmetro, e que foi projetado uma velocidade de 2,5 m/s 2. Vazão b. A Velocidade é função da vazão, ou seja, para bombear-mos uma quantidade de liquido em uma mesma tubulação, com secção constante, devemos variar a velocidade, sempre mantendo um dos princípios da Hidráulica que é representado pela equação da continuidade, ou seja, o produto da área do tubo pela velocidade que o liquido está sendo bombeado, resulta na vazão, assim: Vazão (Q) = Área (S) x Velocidade (V) Q = S x V sendo: Q (m³/s); S (m²); V (m/s) Em nosso exemplo o tubo de diâmetro 300 mm possui uma área constante de...

GOLPE DE ARIETE

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GOLPE DE ARIETE Parte 1 – Entendendo o “Golpe” Ou Entendendo o Coice, o Baque, a Pancada, a Batida, o Empuxo, ....a Coronhada. Os Atacantes Antes do satélite, do laser, do Celular as guerras eram decididas no “corpo a corpo”, e para chegar até o inimigo era necessário invadir a sua fortaleza, e uma das principais armas utilizadas era o aríete, que é uma antiga máquina de guerra constituída por um forte tronco de árvore de madeira resistente, com uma testa de ferro ou de bronze a que se dava em geral a forma da cabeça de carneiro; Os aríetes eram utilizados para romper portas e muralhas de castelos ou fortalezas. Foram largamente utilizados nas Idades Antiga e Média. Existiam diversas formas de aríetes, dependendo do local e povo que o construía. Pode-se dizer que eles foram os precursores dos tanques de guerra. Aríete portátil Quando era importante tomar um povoado inimigo com rapidez, um recurso simples era cortar uma árvore robusta, podar o tronco, acoplar algumas alças e usar a árvo...

CAVITAÇÃO o inimigo número 1

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CAVITAÇÃO No movimento da água, quando há queda de pressão, aparecem bolhas de vapor que possuem vida mínima de (0.006 seg.), o colapso destas bolhas atuam de forma destruidora nas paredes metálicas. A primeira implicação que ocorre é que durante o desaparecimento das bolhas junto ao metal, aparecem pressões localizadas da ordem de centenas de atmosfera; sendo inúmeras as bolhas que continuamente estão entrado em colapso pode-se imaginar uma verdadeira martelagem na parede metálica, este fenômeno possui freqüência que varia de 600 à 25.000 CPS. Sendo um fenômeno indesejável deve-se procurar evitar as condições que levam ao seu inicio, ou seja devemos manter uma pressão interna em todos os pontos da sucção superior a pressão de vapor (NPSHd > NPSHr). NSPH (NET POSITIVE SUCTION HEAD) -Definições NSPH requerido Consta nos catálogos das bombas, e é determinado em testes de laboratório, representa a energia necessária requerida do liquido parra chegar até o rotor onde irá ganhar energia ...

VÓRTICE

BOMBEAMENTO DE FLUIDOS VÓRTICE O INIMIGO NÚMERO 2 Um vórtice (ou vórtex) é um escoamento giratório onde as linhas de corrente apresentam um padrão circular ou espiral. São movimentos espirais ao redor de um centro de rotação . Ele surge devido a diferença de pressão de duas regiões vizinhas. Quando isso ocorre o fluido tende a equilibrar o sistema e flui para esta região mudando, eventualmente, a direção original do escoamento e, com isso, gera vorticidade . Eles são encontrados nos mais diversos locais da natureza , como correntes circulares de água vindas de marés conflitantes, como quando se mexe uma xícara de café , uma ilha no meio do oceano , furacões , tornados ou efeitos de ponta de asa. Este último é muito estudado pela indústria aeronáutica , pois sua geração aumenta o arrasto da aeronave . Esse efeito recebe o nome de arrasto induzido e é minimizado pela presença de empenamentos e winglets, que dificultam o deslocamento de ar . Tecnicamente um vórtice pode ser qualqu...

CAPTAÇÃO FLUTUANTE NO RIO CUIABÁ

PIADA COM PREFÁCIO

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PIADA COM PREFÁCIO Prefácio são as palavras de esclarecimento, justificação ou apresentação, que precedem o texto de uma obra literária, e até de uma piada; preâmbulo, prólogo, prelúdio, preliminar, introdução, exórdio. Resumo: Muitas vezes temos que contar uma história para que o interlocutor entenda a nossa piada e de um sorriso legal. A nossa história começa com uma bomba, sim uma bomba, não aquelas dos aiatolás, mas as que têm em nossa residência, para elevar a água até a caixa d´água quando a empresa responsável pelo abastecimento de água não garante a pressão mínima estabelecida nas normas técnicas, e também aquelas grandes bombas utilizadas nas empresas de saneamento. Cada bomba construída tem a sua identidade própria , ou seja, todas as informações inerentes a sua vazão, altura de recalque, potencia, rendimento hidráulico, energia necessária na sucção, são reveladas por meio de sua CURVA CARACTERÍSTICA , representada abaixo. Esta curva é a identidade da Bomba: zpy-123 e de po...
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE CUIABÁ Este texto foi escrito em 1.983, e datilografado em uma máquina Olivetti nas dependências da saudosa Gercap (Gerencia da Capital) sediada no bairro do Porto, próximo a feira municipal. O objetivo na época foi uma publicação no Jorsan (Jornal da Sanemat). A maior motivação era questionar os investimentos em esgoto quando não tínhamos universalizado o abastecimento de água na cidade de Cuiabá. Nesta época discutia-mos o projeto da atual Ete Zanildo Costa Macedo, e não vislumbravá-mos um PAC do esgoto, e a cidade crescia exigindo investimentos em água. Porém como crônica informativa o assunto continua atual............vaia nos Homens, e viva aos Peixes, o Rio Cuiabá e as Bactérias, pois confesso que ao encontrar este texto em meus arquivos, e relendo-o verifiquei que o assunto é mais latente que antes, a história é a mesma, evoluímos muito pouco ou quase nada. PARTE 1 - O HOMEM, OS PEIXES, O RIO CUIABÁ,...
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UMA VISÃO DO RIO CUIABÁ Parte 1 – Nível de Água do Rio Cuiabá de 1.966 a 2.008 – Cinco décadas Para um resgate histórico do comportamento do Rio Cuiabá, buscamos as informações da Agência Nacional de Águas – ANA - Superintendência de Gestão da Rede Hidrometeorológica – SGH –por meio da Coordenadoria do Grupo de Validação dos Dados Hidrometeorológicos – GEINF cujos dados foram tabulados de forma a visualizar o comportamento da variação do nível do Rio Cuiabá na estação Rosário Oeste; onde destacamos os principais eventos durante um período de cinco décadas, dados em cm. Período: Mínima Máxima 1.966 a 1.970 39 725 Data: 13-09-67 12-02-66 1.971 a 1.980 40 800 Data: 20-09-71 13-03-74 1.981 a 1.990 50 741 ...