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AUTOMAÇÃO DE ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ÁGUA E ESGOTO

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É de fundamental importância que a operação de uma ETA ou ETE seja apoiada em dados reais medidos, o que leva a economia de produtos químicos, segurança operacional, e agilidade na tomada de decisão. Um dos principais parâmetros de controle é a vazão, a partir da qual deriva todas as ações de controle. O PH da água bruta em algumas ETAs varia com muita frequência, em decorrência do comportamento de regime de chuvas, e de descargas de barragens a montante, e a ação de controle dos dosadores devem ser imediatas, sob pena de se produzir por algum tempo água de qualidade fora dos padrões. Nas ETEs, a variação brusca do PH pode ser originária de um lançamento clandestino, ou de lançamentos de caminhões fossa com produtos não permitidos na ETE, e devem ser detectados imediatamente sob “pena de morte do reator”. A Turbidez é outra variável, que em muitos casos está associada a variação do PH, e deve ter um monitoramento continuo, para garantia da qualidade da água tratada distribuída ...

A ÁGUA QUE VAI PARA O RALO

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A ÁGUA QUE VAI PARA O RALO Quer seja no uso doméstico, comercial, no serviço público, ou nas indústrias, é muito grande o volume de água que vai para o ralo. Para que este volume de água chegue até o consumidor final, existe um grande aparato tecnológico, para garantir a potabilidade da água, o seu transporte pelas redes de distribuição, e controle de qualidade nos pontos de entrega a domicilio. Assim existe um volume de despesas geradas com a Energia Elétrica, com pessoal, produtos químicos, manutenções etc. a água tratada torna-se, portanto um produto muito caro para ser produzida e hoje em uma das maiores empresas de Saneamento do Brasil, que é a SABESP ainda lemos matérias como a seguir: 06 de Março de 2013   Sabesp investirá R$ 80 milhões  para reduzir perda de água  “A Sabesp (Companhia de saneamento básico do Estado de São Paulo) irá investir R$ 80 milhões para diminuir os índices de perda de água em São Bernardo, Ribeirão Pires e Rio Grande da S...

DIGESTÃO ANAERÓBICA

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DIGESTÃO ANAERÓBICA A digestão anaeróbica é o processo de decomposição orgânica onde as bactérias anaeróbicas, que sobrevivem na ausência de  oxigênio , conseguem rapidamente decompor os resíduos orgânicos. A digestão anaeróbica se divide em 04 estágios: Hidrólise : estágio no qual as moléculas orgânicas com plexas são quebradas em açúcares, amino-ácidos, e ácidos graxos com a adição de grupos hidroxila. Acidogênese: continuação de quebra em moléculas menores ocorrendo formação de ácidos graxos voláteis (ex. acético, propiônico, butírico, valérico) e produção de amônia , dióxido de carbono e H 2 S como subprodutos. Acetogênese: moléculas simples da acidogênese são digeridas produzindo dióxido de carbono, hidrogênio e ácido acético. Metanogênese: ocorre formação de metano, dióxido de carbono e água. DIGESTÃO ANAERÓBICA NO SER HUMANO No homem, todo o sistema digestivo mede cerca de nove metros de comprimento. Em uma pessoa adulta ...

VAZÃO

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VAZÃO Vazão em hidráulica é a quantidade de liquido que é transportada em uma unidade de tempo, e medida em uma secção de um conduto livre (Rio, Canal, Tubulação) ou de um conduto forçado por meio de uma tubulação. No conduto livre a pressão na superfície do liquido é a pressão atmosférica. E no conduto forçado a pressão do liquido é maior que a pressão atmosférica. A vazão está ligada a rapidez com que o líquido passa por uma determinada secção, Assim, pode-se escrever a vazão como: Q = S x V Onde: Q = vazão S = Área da Secção V = velocidade Assim com uma seção onde a área foi medida em m² e a  velocidade  de escoamento V em m/s, vazão Q,   é dada em m³/s. Esta equação é denominada equação da continuidade e é invariável ao longo de qualquer caudal quer seja aberto ou fechado, livre ou sob pressão, desde que não haja contribuições, ou retiradas no percurso.   Medir a vazão, porém não...

LODO – O VILÃO DOS PROCESSOS DE TRATAMENTO

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LODO – O VILÃO DOS PROCESSOS DE TRATAMENTO Em um sistema de tratamento quer seja de água bruta para a sua potabilização, ou de esgotos para um lançamento nos corpos receptores, sem agressão ao meio ambiente, temos sempre um subproduto que é o lodo, e este deve ter um tratamento especifico em ambos os casos, pois sem esta fase do processo as consequências ao sistema e ao meio ambiente são previsíveis. Lodo lançado direto no meio ambiente, sem tratamento   1 – Lodo resultante do Tratamento de Esgoto  Após a digestão, quer seja anaeróbica ou aeróbica, irá sempre resultar um resíduo inerte que é o lodo. O termo inerte que utilizamos foi para caracterizar a ausência de matéria orgânica, que no lançamento iria “roubar” o oxigênio do corpo receptor, porém este lodo constitui uma massa que se for resultante de um tratamento por lagoas, irá acelerar o processo de assoreamento, e consequentemente reduzir o volume inicialmente projetado, comprometendo assim o processo de ...

FLOTAÇÃO

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FLOTAÇÃO O que não vai para o fundo ou não decanta ou Afunda,  acaba Flutuando ou boiando. O que é mais fácil? fazer afundar ou fazer boiar? Tudo depende do que se quer separar do meio líquido. A tecnologia de fazer afundar na separação de sólidos em suspensão é denominada de DECANTAÇÃO e é auxiliada por um sistema preliminar de agregação das partículas denominada de floculação. Assim no tratamento de água ou efluente, adiciona-se o Sulfato de alumínio ou outro coagulante, e com a formação de flocos o liquido é encaminhado a um tanque onde se processa a separação por meio do “afundamento” das partículas em suspensão. Já na separação por meio de flutuação das partículas, utiliza-se o método denominado de FLOTAÇÃO é um processo que envolve três fases: líquida, sólida e gasosa. É utilizado para separar partículas suspensas ou materiais graxos ou oleosos de uma fase líquida. A separação é produzida pela combinação de bo...

SANEAMENTO BÁSICO NO BRASIL

SANEAMENTO BÁSICO NO BRASIL   Segundo IBGE, mais de 70% dos municípios não têm política de saneamento;   48,7% não fiscalizam a qualidade da água que é distribuída para a população. Dados inéditos do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que 71,8% dos municípios não possuíam, em 2011, uma POLÍTICA MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO . A estatística corresponde a 3.995 cidades que não respeitam a Lei Nacional de Saneamento Básico, aprovada em 2007. A maioria (60,5%) não tinha acompanhamento algum quanto às licenças de esgotamento sanitário, além da drenagem e manejo de águas pluviais urbanas e do abastecimento de água. Em quase metade das cidades do país (47,8%), não há órgão de fiscalização da qualidade da água. Segundo a “PESQUISA DE INFORMAÇÕES BÁSICAS MUNICIPAIS”,   divulgado nesta terça-feira (13/11/2.012), 1.569 cidades possuíam políticas dessa natureza, isto é, 28,2% dos 5.564 municípios brasileiros. A Lei 11.445, que dis...

ÁGUA (BOA) DE BEBER

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ÁGUA (BOA) DE BEBER Quando aluno do curso de admissão no Grupo Escolar Idalina de Farias, em Nortelândia, aprendi nas aulas de geografia, que a água quando própria para o consumo humano deveria ser: Insípida, Inodora e Incolor, ou seja: Não deveria ter nenhum sabor ou gosto, não deveria ter cheiro, e finalmente não ter cor. Naquela época as residências eram abastecidas por poços caseiros, que se coletados em diferentes pontos da Cidade iriam apresentar todas estas características, e, portanto estavam aptas para serem consumidas.     Escola Estadual Prof. Idalina de Farias - Nortelândia Ledo engano, pois em uma ação da FSESP (Fundação de Saúde Publica), hoje Funasa, foi identificado que a totalidade das fontes de abastecimento, apesar de não possuir as características de Sabor, Cor, e Cheiro era imprópria para consumo, pois continham elementos microscópicos denominados bactérias oriundas da proximidade com as fossa sépticas. Acrescento-se, portanto uma ca...