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PRESENTE DE NATAL AOS NOVOS PREFEITOS

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Em 24 de dezembro, véspera do natal de 2.020, o presidente da República ASSINA O DECRETO QUE REGULAMENTA O NOVO MARCO DO SANEAMENTO BÁSICO, e dispôs exclusivamente com a cerne da questão que é o APORTE FINANCEIRO DA UNIÃO, para o Saneamento Básico, ou seja ÁGUA ESGOTO RESIDUOS SÓLIDOS (Lixo) e DRENAGEM  Portanto com a assinatura do DECRETO Nº 10.588, DE 24 DE DEZEMBRO DE 2020, que Dispõe sobre o apoio técnico e financeiro de que trata o art. 13 da Lei nº 14.026, de 15 de julho de 2020, sobre a alocação de recursos públicos federais e os financiamentos com recursos da União ou geridos ou operados por órgãos ou entidades da União de que trata o art. 50 da Lei nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007, a união só irá recursos quando os municípios comprovarem EFICIENCIA NOS SERVIÇOS PRESTADOS.  Assim, o Governo Federal, aspira com o novo modelo estabelecer um novo significado de SERVIÇO PÚBLICO DE SANEAMENTO, trazendo mais EFICIÊNCIA na busca de melhores resultados sempre com a EFICÁCI...

OPERAÇÃO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA

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Um sistema de abastecimento de água é constituído das seguintes partes principais: • Captação; • Adução; • Tratamento; • Reservatórios e • Redes de Distribuição. Em todas as partes faz-se necessário a presença de profissionais habilitados, para desenvolvimento de procedimentos operacionais vitais para garantir o funcionamento continuo do abastecimento de água. A vida útil dos equipamentos, a eficiência energética, a redução de custos, a implementação de receitas, dependem essencialmente destes profissionais que devem estar atualizados no conhecimento em todas as fases operacionais. No gerenciamento do sistema, muitas melhorias não são implementadas, algumas pela ausência do conhecimento, impedindo assim que o consumidor final se beneficie com redução de custos e tenha sempre UM SERVIÇO ADEQUADO, conforme preconiza a legislação brasileira. (Lei 8987- cap. II). Em nossa vida profissional observamos uma grande precariedade de conhecimento dos profissionais da área operacion...
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  ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO PARTE 1 – A ORIGEM Carlos Estevão, famoso cartunista, publicava na Revista “O Cruzeiro”, do fim da década de 40 até sua morte, em 1972, ilustrações e páginas   com o título: As aparências enganam Pois é, essas histórias me vieram à cabeça quando planejei escrever esta matéria para o Blog, pois para o leigo, água limpa e transparente, significa água boa para se beber, porém as aparências enganam, e muito, quando se trata de água. E por desconhecimento, vemos ainda muita gente por aí, buscando água de minas, e poços caseiros, para consumo humano, com a crença de ser a mais “saborosa” e “segura”. Garrafões em fase de enchimento com água da mina Imaginem a cena:  Em uma trilha, largado e pelado encontramos um Igarapé no meio da selva, obviamente imaginamos tratar-se da fonte mais preservada do planeta, e bebemos de sua água, e por curiosidade colhemos uma amostra e a levamos para o laboratório. Resultado: Presença de Coliforme Fec...
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  O AR NAS TUBULAÇÕES – PARTE 2 DISPOSITIVOS DE ELIMINAÇÃO E INTRODUÇÃO DE AR NA TUBULAÇÃO   Os principais dispositivos de eliminação e introdução do ar nas tubulações são: 1 – Ventosas 2 – Tubo Piezométrico 3 – Purgadores (manual / automático) 1 – Ventosas   As ventosas são um dos principais dispositivos para a expulsão e admissão de ar nas tubulações. Porém terão que ser bem dimensionadas, para fazer a expulsão do ar nas condições de pressões positivas, e admissão do ar nas condições de pressões negativas quando ocorre as depressões excessivas.                     Achatamento de uma tubulação de aço, em decorrência de depressão excessiva  A aplicação das ventosas de grande orifício para ser utilizadas nas operações de enchimento e esvaziamento dos sistemas de abastecimento de água, devem ser criteriosamente dimensionadas.               ...
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  O AR NAS TUBULAÇÕES – PARTE 1 A ORIGEM   A origem do ar na tubulação, pode ocorrer de diversas formas, conforme descrito a seguir:   1-         ar atmosférico que se encontrava no interior do tubo antes do enchimento e que não foi expulso.   Este é um dos casos predominantes, pois sempre que uma tubulação é esvaziada, o seu interior é preenchido pelo ar, que deve ser expulso de forma adequada, e com técnicas especificas para cada caso, sob risco de colapso na estrutura da tubulação.   2-       ar decorrente da libertação do ar dissolvidos na própria água por alteração de condições de pressão e/ou temperatura. A água transportada pelas tubulações, na verdade é uma mistura de água e ar dissolvido em quantidades variáveis, que depende da pressão e da temperatura, conforme quadro a seguir:   Quantidade máxima de ar dissolvido na água a 20ºC PRESSÃO NO TUBO AR (g...