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BOOSTER

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BOOSTER Parte 2 Inovações Tecnológicas Com o advento do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, a Sanecap elaborou um Plano Diretor de Abastecimento de Água, com vista a universalizar o Abastecimento de Água, em Cuiabá na região de abrangência da ETA Tijucal. Todo plano teve o seu inicio de implementação, porém foi interrompido e aguarda decisões para a retomada das obras, que prevê: · Um centro de reservação no Distrito Industrial, no Bairro Nova Esperança, e no Pedra 90 · Um centro de reservação no Carumbé · Um centro de reservação no Santa Cruz · Um centro de reservação no Altos da Serra · Um centro de reservação no Belvedere Estes centros de reservação irão resolver um crucial problema de Cuiabá que é a insuficiência de reservatórios. E em consonância com uma concepção moderna e econômica de abastecimento, as regiões adjacentes a estes reservatórios, por não possuírem cota favorável a distribuição por gravidade, deverão ser atendidas por Boosters instalados junto ao Reservatór...

BOOSTER

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BOOSTER – Parte 1 Quando o sinal da TV está muito fraco, o som está quase inaudível, a energia com voltagem abaixo do limite, recorresse a um reforço do sinal, com um dispositivo que denominamos BOOSTER, ou seja, o Booster tem a função de reforçar algo que recebemos com a intensidade abaixo da nomina. No Saneamento adotou-se a mesma nomenclatura para o reforço da pressão na rede de distribuição, assim quando um determinado setor da cidade está com uma pressão insuficiente para atingir as caixas d’água da área a ser abastecida, recorre-se a instalação de um Booster como solução definitiva do problema. Em Cuiabá o primeiro Booster a ser instalado buscava atender o abastecimento do bairro Shangrilá, e por ausência de conhecimento técnico optou-se por instalar uma bomba submersa, na posição horizontal, que fora garantida pelo fabricante como a solução do problema; sim demorou alguns dias e houve deterioração dos mancais e a solução foi descartada. Ato continuo, foi montado no local uma nov...

VALVULA CONTROLADORA DE PRESSÃO

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VALVULA CONTROLADORA DE PRESSÃO Em diversos trechos das redes de distribuição das cidades apresentam um grande desequilíbrio de pressões, motivada pelo relevo com condições favoráveis e excessivamente privilegiada das zonas baixas, em detrimento das zonas altas; esta condição ainda é agravada devido à falta de controle das ligações, pois a maioria das cidades não dispõe de hidrômetros. Assim com um comportamento de consumo onde o bolso não entra no negócio, pois tanto faz consumir mais ou menos o valor da conta é o mesmo, o que se assiste é um grande desperdício, pois nas zonas baixas as pressões são muito altas, e na zona alta a pressão é insuficiente e às vezes nula. Nas cidades dotadas de hidrômetros e onde existe uma grande diferença de nível entre os bairros da zona alta e os bairros da zona baixa, temos uma excessiva pressão atuando nos medidores o que acarreta o seu mau funcionamento, e não raras vezes a ocorrência de arrebentamentos de rede devido a falta de limitadores de pre...

MONITORAMENTO DE ELEVATÓRIAS DE ESGOTO

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MONITORAMENTO DE ELEVATÓRIAS DE ESGOTO Pelo processo construtivo e critérios de projeto, as EEE (Estação Elevatória de Esgoto) são locadas e construídas nos fundos de vale e obviamente próximo aos Córregos e Rios; nesta condição fica muito fácil operar uma descarga, e ou lidar com uma falta temporária de energia, ou falha nos equipamentos de bombeamento, pois em função da capacidade do corpo receptor e da intensidade da descarga, bem como o seu tempo de duração, torna-se imperceptível quanto ao aspecto visual, porém o dano ao meio ambiente é representativo. Atualmente porem com o advento do celular, e do rádio em transmissão de dados, monitorar o funcionamento de elevatórias de esgoto, e Booster em redes de distribuição, tornou-se quase que uma obrigatoriedade, em razão do baixo custo de investimentos, e dos benefícios auferidos, alem de evitar notificações e pesadas multas dos órgãos ambientais. Nas EEE quando eventualmente ocorrer uma parada e houver um ex...

MOBILIZAÇÃO SOCIAL

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MOBILIZAÇÃO SOCIAL Em atendimento às diretrizes da Política Nacional de Saneamento, Lei n.º 11.445/07, de 5 de janeiro de 2007, regulamentado pelo Decreto nº 7.217, de 21 de junho de 2010, O Plano Municipal de saneamento básico que deve ser elaborado pelos municípios, como condição básica para obtenção de recursos federais a partir de 2.014, deve ter a participação e o envolvimento da sociedade ao longo de todo o período de elaboração e implantação do PMSB, por meio de conferências, seminários, reuniões, oficinas entre outras ações. O município deverá estabelecer as ações de mobilização social, por meio do Plano de Mobilização Social (PMS), onde definirão os objetivos, metas e escopo da mobilização, além de cronogramas e principais atividades a serem desenvolvidas. O Plano de Mobilização Social deverá: a. Refletir as necessidades e anseios da população; b. Apresentar caráter democrático e participativo, considerando sua função social; c. Envolver a sociedade durante todo o processo de...

RECURSOS FINANCEIROS X PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO 2

Municípios têm até outubro para entregar propostas de planos de saneamento 16/09/2010 17:40 - Portal Brasil O Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (16) traz uma portaria que concedeu maior prazo a municípios brasileiros para apresentarem as propostas para solicitação de recursos para elaboração dos Planos Municipais de Saneamento (PMSB). O novo prazo para entrega do documento vai até o dia 18 de outubro. Em 2009, por meio da Portaria nº 1.232, foram selecionados 69 municípios para entregarem o documento. Cada um deverá formular as propostas com base nos critérios e procedimentos estabelecidos pela Funasa e no Termo de Referência para Elaboração de Plano Municipal de Saneamento. O Decreto Presidencial Nº 7.217, que regulamenta a Lei 11.445/2007 (Lei de Saneamento Básico), estabelece que a partir do exercício de 2014, os municípios que não apresentarem seus Planos Municipais de Saneamento Básico não terão acesso a recursos Federais destinados a realização de obras de sanea...

REGULAÇÃO DO SETOR DE SANEAMENTO

REGULAÇÃO DO SETOR DE SANEAMENTO O setor de saneamento ambiental tem sido apontado pelos candidatos à presidência da República em seus programas para os próximos quatro anos como de absoluta prioridade. Mas no ritmo em que o planejamento e a execução das obras, em nível local e regional, caminham, a universalização dos serviços só deve acontecer em 2055, segundo prevê o presidente da Abcon (Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de (Água e Esgoto), Yves Besse. Para que o setor avance e se torne mais ágil à luz das exigências da nova Lei do Saneamento, um obstáculo importante precisa ser superado: A IMPLANTAÇÃO DE MECANISMOS DE REGULAÇÃO DOS SISTEMAS DE SANEAMENTO, ESPECIALMENTE ABASTECIMENTO DE ÁGUA, COLETA E TRATAMENTO DE ESGOTOS, DRENAGEM E RESÍDUOS SÓLIDOS. A constituição de agências reguladoras é hoje pré-requisito para melhorar a qualidade da gestão dos serviços no Brasil e, conseqüentemente, dar mais eficiência ao setor. Somente dessa maneira, s...

RECURSOS FINANCEIROS X PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO

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A Fundação Nacional de Saúde - FUNASA está selecionando propostas a serem apoiadas, técnica e financeiramente, para a elaboração e implantação de Plano Municipal de Saneamento Básico, através de celebração de convênio. O prazo para encaminhamento das propostas termina em 18.09.2010 Objetivo: elaboração e implantação do PMSB – Plano Municipal de Saneamento Básico, de forma participativa, a fim de universalizar o acesso aos serviços de saneamento básico e construir cidades includentes, democráticas e sustentáveis, em consonância com a Política Nacional de Saneamento, Lei nº 11.445 de 2007 e Decreto de Regulamentação nº 7.217 de 2010. Na elaboração de propostas, os proponentes deverão levar em consideração: a) Atendimento às diretrizes da Política Nacional de Saneamento, Lei n.º 11.445/07, de 5 de janeiro de 2007 regulamentado pelo Decreto nº 7.217, de 21 de junho de 2010; b) Melhoria da eficiência da gestão e cobertura dos serviços de saneamento; c) Aprimoramento de políticas públicas u...

RELAÇÕES EMPRESARIAIS

RELAÇÕES EMPRESARIAIS A alguns anos, recebi este texto, de autor desconhecido, a história é de um consultor, que tinha muitos problemas quando em visita por diversas Prefeituras, e Orgãos Públicos, e seus vários Setores. Dentre os conceitos da qualidade total, figuram a prestação interna de serviços, onde cada pessoa ou Setor, na Prefeitura, ou qualquer órgão público, deve ver aqueles com quem se relaciona como clientes ou fornecedores internos, mas a realidade em alguns casos ainda, é muito diferente.. No seu livro Services Within, Karl Albrecht cita sete pecados na prestação interna de serviços, caracterizando os tipos de Setores por apelidos . A experiência brasileira leva a acrescentar mais seis tipos, resultando assim em um total de 13 tipos de Setores, que relacionamos em nosso cotidiano. Na leitura que se segue, você vê algo parecido em seu relacionamento, com Prefeituras, ou Órgãos Públicos, ou dentro de sua organização de trabalho? 1. "Buraco Negro" – As coisas ent...

O FRACASSO DO SANEAMENTO BÁSICO

Rede de esgotos , fundamental para a saúde e para o desenvolvimento econômico, ainda é um luxo em quase metade das cidades brasileiras. Em menos de meio século, a migração do campo para a cidade mudou radicalmente a distribuição espacial da população. Pelo menos 85% dos brasileiros vivem hoje em cidades. Mais do que nunca precisam de serviços públicos de saneamento. Em 2008, no entanto, só 55,2% dos municípios dispunham de coleta por meio de rede sanitária. Fonte: Pesquisa Nacional de Saneamento Básico - IBGE A melhora foi mínima desde a virada do milênio. Em 2000, a proporção era de 52,2%. O aumento foi de apenas 3 pontos porcentuais, embora o País tenha atravessado uma fase de prosperidade. Nesse período, a receita de impostos e contribuições cresceu rapidamente em todos os níveis de governo. A média nacional de 55,2%, no entanto, ainda esconde situações dramáticas na maior parte dos Estados e regiões. No Sudeste, em 2008, havia redes coletoras de esgotos em 95,1% dos municípios. Em ...

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO É sabido que por falta de planejamento, recursos financeiros, e ausência de projetos, os investimentos em saneamento nos Municípios de Mato Grosso, ocorrem na dimensão da dotação orçamentária das emendas parlamentares, e em alguns casos sem a geração da totalidade dos benefícios esperados, pois apenas uma parte dos problemas são resolvidos. Esta situação será eterna enquanto não for equacionado o Plano Diretor de Saneamento da Cidade, com um enfoque de universalização com projetos de alta tecnologia, as etapas construtivas, fontes de recursos, auto sustentação do negócio, e compromissos políticos. A ausência de recursos financeiros, sempre foi colocada em primeiro plano como o maior entrave da universalização do saneamento, assim como, a política de parceria com a iniciativa privada foi considerada como um ato repudiado por uma parcela dos legisladores municipais. Estas duas questões podem ser desmembradas com os seguintes enfoques: Qual o custo da ...

PASSO A PASSO DO PLANO DE METAS

PASSO A PASSO DO PLANO DE METAS: Parte 1 Para elaboração de um plano de metas selecionamos 13 atividades técnicas que devem ser conduzidas pela administração municipal, para atendimento ao DECRETO Nº 7.217, DE 21 DE JUNHO DE 2010. ATIVIDADE 01: Realizar o inventário dos bens reversíveis e irreversíveis, e de todos os parâmetros sócio econômicos, e operacionais da cidade Alvo do Plano. ATIVIDADE 02; levantamento dos recursos hídricos, necessários ao Abastecimento e a Diluição dos Esgotos, bem como os respectivos volumes. ATIVIDADE 03; diagnóstico da situação atual do sistema em análise, e de seus impactos nas condições de vida, utilizando sistema de indicadores de: Saúde, Epidemiológicos, Ambientais, Inclusive hidrológicos, E socioeconômicos e apontando as causas das deficiências detectadas; ATIVIDADE 04; Estabelecimento de metas de curto, médio e longo prazos, com o objetivo de alcançar o acesso universal aos serviços do sistema em análise, admitidas soluções graduais e progressi...

PLANO DE SANEAMENTO BÁSICO

PLANO DE SANEAMENTO BÁSICO O Saneamento Básico das cidades brasileiras, sempre foi implantado, ampliado e mantido com os critérios emanados das Empresas Estaduais de Saneamento, que centraliza as ações e ordena os recursos em função de condições individuais de cada município. Em Mato Grosso a situação é muito diferente, pois desde 2.009 os municípios mato-grossenses passaram a ser geridos pelo titular dos serviços, o Prefeito Municipal, e hoje decorridos mais de uma década o quadro que se observa é de um universo de sistemas que operam em diversos regimes de gestão, assim como uma ausência total de Planejamento. Em Janeiro de 2.007, para ordenar o Saneamento no Brasil, o Presidente Lula editou a lei 11.445 chamada Lei do Saneamento, que somente em 21 de junho de 2.010 veio a ser regulamentada, e que passamos a comentá-la nos aspectos mais relevantes do ponto de vista do titular do serviço o Prefeito Municipal. DEFINIÇÃO: Serviços Públicos de Saneamento Básico: É o conjunto do...

CONTROLE OPERACIONAL VIA CELULAR

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UTR - Unidade de Telemetria Remota via rede celular GSM / GPRS A UTR GSM/GPRS opera em uma rede de telemetria e telecomando utilizando a rede celular. Baseada em tecnologia celular GSM com capacidade de estabelecer e manter uma conexão para troca de dados, através de GPRS, com softwares de sistema supervisório instalados em Centrais de Operação ou CLP’s conectados a redes Ethernet. A conexão é estabelecida e gerenciada pela UTR, fornecendo todo o status de conexão. GSM (Global System for Mobile Communication): Desenvolvida na Europa e adotada em boa parte do mundo. Diferencia-se das outras tecnologias pelo uso de cartões de memória ("chips") nos aparelhos, que possibilitam levar as características do assinante para outro aparelho ou rede GSM. GPRS permite a conexão da maior parte dos smartphones e celulares à internet. Atualmente, o GPRS é o padrão que oferece a maior cobertura móvel para aparelhos de mão com acesso à internet. A UTR GSM / GPRS, Incorpora em um único equipa...

INVERSORES & SOFT-STARTER

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MUDANÇAS DE VELOCIDADE (motor de indução trifásico) A velocidade do motor é dependente da velocidade do campo girante. Desta forma a velocidade do motor pode então ser alterada através da mudança: • do número de pólos (por exemplo, motores de dois enrolamentos); • do escorregamento do motor (por exemplo, motor com rotor bobinado); • da freqüência, f, da alimentação do motor. INVERSORES DE FREQUÊNCIA – DESCRIÇÃO DO FUNCIONAMENTO. Desde meados da década de 60, os conversores de freqüência têm passado por várias e rápidas mudanças, principalmente pelo desenvolvimento da tecnologia dos microprocessadores e semicondutores e a redução dos seus preços. Entretanto, os princípios básicos dos conversores de freqüência continuam o mesmo. Um inversor de freqüência é um dispositivo capaz de gerar uma tensão e freqüência trifásica ajustáveis, com a finalidade de controlar a velocidade de um motor de indução trifásico. CURVA V/F Como vimos anteriormente, se variarmos a frequência da tensão de saída...

AUTOMAÇÃO Parte 2

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ELEMENTOS ANALÓGICOS Unidade de entrada analógica A interface de entrada analógica contém os circuitos necessários para receber sinais analógicos de tensão ou corrente dos dispositivos de campo. A tensão ou a corrente de entrada é convertida para um código digital proporcional ao valor analógico, através de um conversor analógico digital (A/D). Este código digital é armazenado na memória imagem do controlador como um registro. O valor analógico é geralmente expresso como um valor decimal (BCD). A resolução das entradas analógicas é uma informação importante, pois de acordo com o número de bits do conversor A/D é que se define a menor parcela que pode ser lida. Ou seja, uma entrada com um maior número de bits permitirá uma melhor representação da grandeza analógica. Os conversores A/D normalmente são de 10 ou 12bits As faixas de valores de tensão e corrente para entradas analógicas mais utilizadas na indústria são: • 0 a 20mA • 4 a 20mA • 0 a 10Vdc A (figura 9) mostra o diagrama de bloc...